"Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza". (Boaventura de Souza Santos)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

"O seu filho sofre de autismo” – uma frase demasiado pequena comparada com tudo aquilo que há para enfrentar a partir daqui.

Sociedade Civil traz-lhe gente que se dedica a melhorar a nossa vida, pessoas de mais de 60 organizações mobilizadas para Soluções nas mais diversas áreas.

Emissão ONLINE

rtp2 > 25-09-2009 | 14:00 | Episodio 143 - Autismo – doença da infância

Neste Programa:
"O seu filho sofre de autismo” – uma frase demasiado pequena comparada com tudo aquilo que há para enfrentar a partir daqui.
Há cerca de 65 mil autistas em Portugal e apenas uma escola a funcionar em Almada.
Queremos convidar os especialistas para uma análise sobre as redes de apoio social existentes, formação de pais e professores. É preciso uma boa rede de terapeutas e psicólogos especializados nesta doença. Investigadores que a estudem e que dêem pistas para o fato de crianças que mal se expressam verbalmente acabem convertendo-se em adultos com talentos inexplicáveis.

http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=24777&e_id=143&c_id=8&dif=tv&hora=14:00&dia=25-09-2009

As duas irmãs são autistas e são portadoras do sindroma de Savant

Observatório do Mundo
Conheça as irmãs Flo e Kay

Flo e Kay, a história comovente de quem vive numa redoma de genialidade e num mar de deficiências, Quinta-Feira, dia 24 no TVI24, com a apresentação de Paulo Salvador.


Por: Redacção | 22-02-2009 19: 30

Esta semana o Observatório do Mundo acompanha a história de Flo e Kay. Dois seres absolutamente únicos, diz quem as descobriu, que o Mundo nunca conheceu e provavelmente nunca conhecerá duas gémeas como estas. Hoje já com mais de 50 anos, as duas irmãs têm o mundo á sua volta memorizado. Sabem o que fizeram em cada um dos dias da sua vida, não se esquecem o que almoçaram há 30 anos, e identificam em segundos todas as músicas dos anos 60 e 70. As duas irmãs são autistas e são portadoras do sindroma de Savant, fenómeno que lhes dá uma capacidade de memória extraordinária. É ainda um mistério para a ciência que costuma aparecer em 10% dos autistas e em 2 % das pessoas que sofreram algum dano no cérebro.

Mas se é invejável a memória de Kay e Flo, infelizmente, nem todas as suas recordações são alegres e fáceis de recordar. Lutam desde cedo contra a intolerância do mundo que as não entende, vivem numa sociedade que não está habituada a lidar com as suas diferenças. É na própria história familiar que começa o sofrimento das irmãs. Cedo perderam os pais, ficam na guarda da irmã mais nova e vivem obcecadas por um apresentador de televisão.

Hoje já com mais de 50 anos, as duas irmãs têm o mundo á sua volta memorizado. Sabem o que fizeram em cada um dos dias da sua vida, não se esquecem o que almoçaram há 30 anos, e identificam em segundos todas as músicas dos anos 60 e 70

http://www.tvi24.iol.pt/programacao-internacional/tvi24-obervatorio-do-mundo/1045163-4669.html

A Princesa de Astúrias, presidiu à inauguração do Congresso Internacional de Burgos em Distúrbios do Espectro autista

Segundo indicou, "as pessoas com perturbações do espectro do autismo têm oportunidades reais de progresso e desenvolvimento, sentir, querer e como todo mundo, fingindo ser feliz." A Princesa de Asturias incentivados a este grupo para continuar trabalhando após esta conferência, explicou ele, "vai promover a colaboração entre as famílias, os especialistas de toda a Espanha e outros países europeus e americanos instituições públicas e privadas.
Letizia disse que o Congresso irá divulgar todos os aspectos do autismo, como a detecção precoce, diagnóstico, novas pesquisas em áreas como a genética, médica e farmacológica e "é claro, aquelas três palavras-chave são detalhes educação e cuidados ", com o objetivo de" conjugar esforços e divulgar as melhores práticas ". O congresso, que começou ontem na capital de Burgos e com a participação dos principais especialistas sobre esse transtorno, também contou com a presença em sua abertura com o presidente da Junta de Castilla y León, Juan Vicente Herrera, que elogiou a rede "insubstituível 'formando na região de Burgos e associações de Burgos, como o autismo.
Ele diz que a Câmara optou por "cooperação com as associações de famílias e pessoas com deficiência, que a cada dia demonstrar solvência, eficiência e eficácia na gestão da qualidade dos serviços prestados" em um modelo chamado " responsabilidade pública e privada.
Interconsejerías Comissão
Herrera destacou a existência de uma comissão de invalidez a interconsejerías "para coordenar todas as iniciativas sectoriais destinadas a pessoas com deficiência. O Presidente do Conselho disse que a iniciativa social e apoio do público fizeram progressos na construção de novas escolas especiais. Em Castilla y Leon, disse que há dez centros para pessoas com autismo.
O Presidente sublinhou o compromisso do governo regional com a conta de Serviço Social, que reconhece o direito de intervenção precoce ", de grande importância para o diagnóstico precoce dos transtornos do espectro do autismo" e conta para a Igualdade de Oportunidades para pessoas com deficiência.

A Máquina de Abraçar



A estreia da peça A Máquina de Abraçar marcou a inauguração de um novo galpão, no Teatro Tom Jobim, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, na noite de quarta-feira (23). Zezé Polessa, Cláudia Abreu, Drica Moraes e Débora Bloch fizeram questão de parabenizar Malu Galli, que também estreou como diretora, no espetáculo escrito pelo espanhol José Sanchis.

A peça se baseia no relato de uma autista que criou para si uma máquina de abraçar, e questiona o isolamento do ser humano.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Vacinar, ou não vacinar?

Vacinar
Muitos pediatras estão a dar grandes sermões a favor da vacinação das crianças. Mas muitos pais, que já fazem parte de uma geração que evitou as doenças infantis graves, preferem que elas obtenham a imunidade duma forma natural em vez de uma injecção de gripe. Devemos vacinar os nossos filhos contra a gripe A?

Tammy Reed, de 28 anos e mãe de uma menina, não é dada a acreditar em teorias de conspiração e não é do tipo que se assusta com a frase "pandemia de gripe". Esta residente em Menifee, estado da Califórnia (EUA), é do género de mãe que obtém boa parte da informação sobre saúde e medicina nos sites da Internet governamentais, confia numa amiga que é enfermeira, e está a criar a sua filha inteligente e determinada com toda a confiança obtida com a sua experiência de antiga babysitter e de segunda filha mais velha entre seis irmãos.

É do tipo de mãe que pensa que quando a vacina para a gripe A estiver disponível para a sua filha, afinal talvez escolha não lha administrar. "É um tipo diferente de gripe, mas continua a ser gripe, e creio que ela já desenvolveu um sistema imunitário bastante forte", afirma Tammy, referindo-se à filha loura e de olhos azuis, actualmente com 14 meses de idade. Nesta altura, os testes da vacina contra o vírus H1N1 nem sequer estão terminados, um facto que leva Tammy a considerar que poderão ainda surgir complicações imprevistas. [A agência norte-americana para o medicamento Food and Drug Administration (FDA) aprovou entretanto a vacina com base num número limitado de testes].

"Estou muito mais preocupada com os efeitos a longo prazo ou danos para toda a vida que a vacina lhe poderia causar." Por isso, e pelo menos por agora, já se habituou à perspectiva de que a sua filha, Coral, poderá passar alguns dias terríveis e obter imunidade para toda a vida face a este novo tipo de gripe.

Enquanto os Estados Unidos se preparam para uma época de contágio pandémico, postos de vacinação em todos os lados e debates sobre a reforma do sistema de saúde, uma miríade de dúvidas de pais e cidadãos como Tammy Reed representa uma forma nova e potente de ambivalência face à vacina.

Geração de cépticos

Os médicos afirmam que têm escutado jovens pais - muitos dos quais não viram ou tiveram qualquer das doenças infantis que antigamente eram muito comuns - a expressarem dúvidas sobre inocular os seus filhos contra este novo tipo de gripe.

Esta nova geração de cépticos face à vacina tem sido gerada pela crença teimosamente persistente - negada por muitos estudos - de uma ligação entre vacinas e autismo. E é ainda mais alimentada por uma explosiva mistura de desconfiança face aos fabricantes de medicamentos, órgãos de comunicação social e departamentos governamentais.

E apesar de muitos pediatras estarem a dar grandes sermões em favor da vacinação das crianças, vários médicos do Sul da Califórnia contactados pelo Los Angeles Times reconhecem que eles próprios têm dúvidas sobre recomendar para todos os seus jovens pacientes uma vacina que ainda está em fase de testes.

"Uma significativa percentagem da nossa população não a quer tomar", diz o pediatra de Los Angeles Mikael Abramyan. "Nem sequer sei se por enquanto a vou recomendar."

Até agora, nota Abramyan, que acompanhou um bom número de casos de gripe A ao longo do Verão, a doença tem-se mostrado moderada, e muitos dos pais das crianças de que ele cuida "preferem que elas obtenham a imunidade dessa forma em vez de uma injecção de gripe", conta o médico. E se bem que, segundo avança Abramyan, raramente deixe de questionar os pais sobre tal preferência, também "é uma posição razoável, e compreendo-a a nível pessoal... Percebo de onde vem tudo isso".

Os norte-americanos de 20, 30 e 40 anos têm em larga medida sido poupados às discussões que todos os anos surgem acerca da vacina contra a gripe sazonal, seja para eles ou para os seus filhos. As crianças em idade escolar e os seus pais estão na sua maioria de boa saúde. Até muito recentemente, eram dos últimos em que se pensava nos esforços de vacinação, focados em alcançar os muito idosos e os muito novos - populações consideradas de maior risco de complicações da gripe sazonal.

O novo vírus H1N1 alterou tudo isso. Os epidemiologistas descobriram que crianças, jovens adultos e mulheres grávidas que apanhem a nova gripe correm mais riscos de desenvolver complicações dos que os idosos; em resultado disto, esses três grupos estão no topo da lista daqueles que se recomenda que recebam este ano a vacina contra a gripe A. E mesmo antes de a nova estirpe ter surgido, muitos epidemiologistas já tinham adoptado a ideia de que vacinar as crianças em idade escolar - as maiores propagadoras de germes - poderia ser o melhor meio para reduzir o alcance da gripe sazonal na população em geral.

As dúvidas colectivas desta geração de pais, dizem especialistas em controlo de doenças infecciosas, poderão dificultar os esforços dos responsáveis governamentais e dos estabelecimentos médicos na tentativa de evitar que uma nova onda de contágio se espalhe. E isso tornaria também mais difícil a preparação para enfrentar outras doenças que possam mais tarde vir a surgir.

"Neste Outono, os pais serão cercados por muitos mitos, informações erradas e comunicados oficiais e correctos", diz Sandra Quinn, professora de Saúde Pública da Universidade de Pittsburgh, que recentemente terminou um inquérito a nível nacional acerca das atitudes em relação à vacina contra a gripe. De todas as mensagens que os pais de crianças pequenas estão a receber, declara Sandra, eles parecem estar a concentrar-se na palavra "incerteza" - acerca da gravidade e alcance da gripe, o estado da vacina e a necessidade de vacinação em massa.

Estes adultos também nunca foram facilmente convencidos a tomar eles próprios a vacina contra a gripe. Entre os adultos com idade dos 18 aos 49 anos com problemas de saúde crónicos - uma faixa da população que os responsáveis de Saúde governamentais instam a que se vacine contra a gripe sazonal - apenas 37 por cento se vacinaram o ano passado, fosse por injecção ou por via oral.

Susanne Stuart-Nystrom, de 37 anos, reside em Los Angeles e tem um filho, Robert, que começou a frequentar o ensino pré-escolar. E é uma das pessoas que está a ponderar acerca da decisão de vacinar a sua criança contra a nova gripe A.

Robert, que faz três anos em Outubro, é saudável, mas tem sentido algumas alergias alimentares que a princípio se pensou serem asma. É recomendado que as crianças asmáticas, bem como as que tenham diabetes, paralisia cerebral ou outros problemas de coração ou pulmões, estejam entre as primeiras a receber a vacina. Mas Susanne, que está confiante em que a situação "asmática" do seu filho já tenha sido debelada por alterações na alimentação, afirma que, provavelmente, também ela não vai vacinar o seu rebento.

"Ainda não tenho provas suficientes que mostrem que a gripe A é tão mortal e assustadora quanto dizem que é", conta Susanne, que recentemente sofreu uma infecção respiratória. Crê que os meios de comunicação social exageraram a ameaça de modo a ganhar mais espectadores e leitores. "E tudo o que seja trazido por grandes companhias, por multinacionais, põe-me de pé atrás... Não creio que elas se preocupem connosco."

Esta mãe também não confia em que a FDA consiga assegurar a segurança total da vacina. Referindo uma série de casos recentes de recolha de alimentos contaminados, opina que a relação da FDA com as indústrias que regula talvez seja demasiado próxima e impeça a agência de operar com eficácia e como um intermediário honesto.

Também partilha a opinião generalizada de que a imunidade adquirida de forma natural - quando uma criança apanha uma doença - é mais forte e mais duradoura do que a imunidade adquirida por vacinação. Tal ideia é muito discutida entre os médicos e os especialistas em doenças infecciosas, com provas a serem apresentadas por ambos os campos.

No que toca às vacinas infantis em geral, muitos pais não são automaticamente contra elas. Tammy Reed, por exemplo, imunizou a sua filha contra uma série de doenças infantis. Mas também decidiu esperar que a sua criança seja suficientemente crescida antes de apanhar o cocktail de vacinas que imuniza contra o sarampo, a parotidite [papeira] e a rubéola (VASPR).

Apesar de a VASPR já desde 2001 não incorporar na sua composição o conservante timerosal, ela continua a ser uma habitual fonte de preocupação entre os pais, dado que muitas famílias de crianças com autismo, bem como pessoas que recusam vacinações, têm ventilado que a VASPR é a causa dessa desordem de comportamento e desenvolvimento.

Algumas das fórmulas da vacina contra a gripe A poderão conter uma pequena porção de timerosal para evitar qualquer contaminação durante a fabricação e o transporte. A Academia Americana de Pediatria, num esforço para amenizar estas e outras preocupações, colocou recentemente no seu site da Internet uma exaustiva lista de estudos que não consideram perigoso o timerosal.

Mas a presença da pequena dose de conservante em algumas vacinas contra a gripe, incluindo nalgumas fórmulas da vacina contra o vírus H1N1 que poderão ser ministradas a crianças ainda este ano, poderá melindrar alguns pediatras e pais. Alguns pais procurarão composições que não incluam o conservante, mas outros simplesmente não aceitarão nenhuma.

Duas gripes

Finalmente, existe o factor do incómodo. Enquanto os pais muito ocupados ponderam sobre a perspectiva de ter que levar os seus filhos ao doutor duas vezes - uma para a injecção contra a gripe sazonal e outra para a vacina da gripe A -, alguns poderão apostar em menos vacinação do que é recomendado. Se parecer que a gripe A já terá chegado ao fim antes de a respectiva vacina estar disponível, muitos pais poderão decidir que os seus filhos podem escapar a ambas as vacinas.

"A despreocupação é um grande desafio", declarou recentemente a directora do Centro Nacional para a Imunização e Doenças Respiratórias dos EUA, dra. Anne Schuchat. Os responsáveis governamentais "estão a tentar encontrar um equilíbrio entre a despreocupação e o alarmismo", acrescentou, enquanto preparam o que muitos acreditam vir a ser uma vacinação em massa de uma escala sem precedentes.

Para Tammy Reed e Susanne Stuart-Nystrom, o problema não está na despreocupação nem no alarmismo. O problema está num estonteante debate em que opiniões passam por dados científicos e os motivos de fontes em que há muito se confiava - médicos, cientistas e responsáveis de Saúde governamentais - têm sido postos em causa.

"Há tanta informação por aí", diz Susanne. "O que assusta é que não sabemos o que está certo e o que está errado."


Exclusivo PÚBLICO/Los Angeles Times

http://jornal.publico.clix.pt/noticia/23-09-2009/vacinar-17832107.htm

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Parece que o "Migalhães" acabou. oh

Programa de distribuição do Magalhães suspenso
Alunos que ingressam no 1º ano sem computador. ME diz que cabe ao próximo Governo decidir se o projecto é para manter

O programa de distribuição do computador Magalhães está suspenso e fonte do Plano Tecnológico, citada pela TSF, refere não ter informações sobre a continuidade do projecto.

Um ano após os primeiros computadores terem sido entregues nas escolas, os pais dos alunos que questionam os estabelecimentos de ensino sobre o projecto, ficam a saber que não há ordem do Ministério para distribuir mais Magalhães.

Por seu lado, o Ministério da Educação começou, de acordo com a «TSF», por remeter para um comunicado de Junho em que se afirma que, até aquela momento, tinham sido entregues 370 mil Magalhães nas escolas. Já esta manhã, recusou a ideia de que o projecto esteja suspenso, mas confirmou que os computadores não estão a ser entregues porque deverá ser o próximo executivo a decidir se o programa é para continuar.

Confrontadas com a situação, as associações de pais lamentam. Albino Almeida, da presidente da Confederação das Associações de Pais, considera «lamentável» se as crianças do primeiro ano ficarem sem computador.

Por seu lado, Manuel Grilo, do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, confirma àquela rádio que as escolas não receberam indicações sobre a continuidade do projecto.

«Os pais perguntam como podem ter acesso ao Magalhães e continuamos sem saber muito bem o que lhes dizer porque neste momento não há directivas em relação a estes alunos que estão a entrar agora no primeiro ciclo», explicou.

4300 por entregar

O computador Magalhães foi entregue a 99 por cento dos mais de 400 mil alunos do ensino básico que se inscreveram no programa e.escolinhas, faltando disponibilizar o portátil a cerca de 4300 estudantes, segundo dados do Governo.

Estes não foram entregues devido a questões operacionais, incorrecção dos dados de inscrição ou ausência de pagamento.

As Direcções Regionais de Educação estão a proceder à entrega destes 4300 computadores.

O computador apresenta um custo máximo de 50 euros e é gratuito para os alunos do primeiro escalão da Acção Social Escolar.

Segundo os dados do Ministério da Educação, citados pela Lusa, inscreveram-se no programa no ano lectivo passado 407 701 alunos do ensino básico, tendo o computador sido entregue a 396 027 estudantes de escolas públicas e privadas do continente.

Cerca de 7400 alunos, sobretudo do 4º ano, desistiram da aquisição do equipamento porque este ano lectivo já reúnem as condições para adquirir um portátil ao abrigo do e.escola.


http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/magalhaes-computadores-escolas-tecnologia-educacao-tvi24/1090883-4069.html

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Autismo/PDD

El autismo y el trastorno
generalizado del desarrollo no
especificado (“Pervasive Developmental
Disorder-not otherwise specified,”
o PDD-NOS) son discapacidades del
desarrollo que comparten muchas de
las mismas características.
Generalmente evidentes antes de los
tres años de edad, tanto el autismo
como el PDD-NOS son trastornos
neurológicos que afectan la habilidad
del niño en cuanto a comunicación,
comprensión del lenguaje, juego, y su
relación con los demás.
http://www.nichcy.org/Documents/Spanish%20pubs/fs1sp.pdf

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Vacina da gripe A pode ser fatal

Vacina da gripe A pode ser fatal

Correio da Manhã - ‎há 19 horas‎
A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar ...Vacina da gripe A pode causar paralisia e morte

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=f48ba50a-0ed3-4315-aefa-86ee9b1bedff&contentid=5F602E2F-A73A-4C02-9C6A-9A81E38187BB

Diário Económico - ‎16/09/2009‎
O Governo britânico alerta que a vacina da gripe pode provocar paralisia e insuficiência respiratória, levando mesmo à morte.

http://economico.sapo.pt/noticias/vacina-da-gripe-a-pode-causar-paralisia-e-morte_69828.html

O Executivo do Reino Unido, ...Vacina contra a gripe A pode causar doença neurológica
Fábrica de Conteúdos - ‎17/09/2009‎

http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=d3d9446802a44259755d38e6d163e820&id=7c3d68615aa8a83481c3f5765bcde46f

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Vacina contra a gripe A pode causar doença neurológica

Vacina contra a gripe A pode causar doença neurológica
Paralisia e insuficiência respiratória são consequências


A vacina da gripe A pode provocar paralisia e insuficiência respiratória, podendo ser fatal, segundo alerta o Governo britânico, através da Agência de Protecção de Saúde.

A vacina contra o H1N1 pode desencadear a síndrome Guillain-Barré que ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, podendo mesmo levar à morte.

O Governo britânico enviou uma carta confidencial aos neurologistas onde questionava a razão pela qual não foram tornados públicos os efeitos nocivos que podem decorrer da administração da vacina da gripe A.

O alerta do Governo britânico constitui o primeiro sinal público de preocupação quanto aos possíveis e eventuais efeitos nocivos da vacina contra a gripe A.

Na carta enviada a 600 neurologistas, é lembrado o caso de uma vacina semelhante administrada nos Estados Unidos, em 1976. A imunização causou mais mortos do que a própria gripe e foram detectados 500 casos da doença neurológica rara.

As conclusões na época apontaram no sentido de que a vacina terá aumentado em oito vezes o risco de desenvolver a síndrome. Após dez semanas, a vacina foi retirada do mercado.

Em declarações ao Correio da Manhã, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências da vacina contra a gripe A, sublinhando que a «situação é muito bem conhecida da classe médica».

Mário Jorge Rêgo ressalvou, no entanto, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar a síndrome Guillain-Barré, apesar destes casos serem raros. O responsável afirmou que «as vacinas não estão isentas de riscos».

As autoridades de saúde norte-americanas estão a preparar-se para um dos maiores esforços de monitorização de sempre, no âmbito da hipotética ligação da nova vacina contra a gripe A com a síndrome de Guillain-Barré, noticia a Reuters.





http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=d3d9446802a44259755d38e6d163e820&id=7c3d68615aa8a83481c3f5765bcde46f

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1206807/Swine-flu-jab-link-killer-nerve-disease-Leaked-letter-reveals-concern-neurologists-25-deaths-America.html

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Um olhar sobre o autismo

Saúde
por Ana Cardoso
(Psicopedagoga)



Um olhar sobre o autismo

Actualmente há já um reconhecimento razoável sobre a importância do tratamento do autismo envolver e ir ao encontro quer das necessidades da criança quer das necessidades da própria família.




O autismo é classificado como uma perturbação do desenvolvimento e que engloba dificuldades ao longo da vida nas capacidades sociais e comunicativas. Desta forma, identificam-se deficits na interacção social, na comunicação verbal e não verbal, da imaginação e capacidade simbólica e nos interesses e actividades.



Em geral, a maioria das pessoas a quem foi efectuado este diagnóstico tende a melhorar com a idade quando recebe um tratamento adequado e ajustado às suas necessidades individuais.



A experiência tem revelado que este tratamento é mais eficaz sempre que é efectuada uma intervenção precoce.



Seja qual for o tipo de intervenção é fundamental, como já foi referido anteriormente, que a família esteja englobada no tratamento de modo a permitir responder às dúvidas naturais dos cuidadores que convivem com uma criança com autismo.



Há uma evidência clara de que o autismo tem um impacto sobre a família e que a sobrecarga dos cuidados recai sobretudo nas mães.



Vários trabalhos têm mesmo demonstrado que as mães das crianças autistas apresentam mais depressão, do que as mães de crianças com síndrome de down, sugerindo que a sobrecarga com o cuidado e a própria natureza do deficit da criança exerceu um papel na depressão materna.



Abordagens que muitas vezes são adoptadas para facilitar o reconhecimento do diagnóstico e permitir o desenvolvimento de comportamentos adequados, são os grupos de ajuda mútua ou de apoio às famílias e os grupos psicoeducativos.



É de realçar que as famílias variam quanto ao tipo de suporte e informação de que necessitam. Mesmo dentro de uma família, cada elemento pode ter diferentes visões e expectativas, tanto sobre a criança, como sobre as suas necessidades.



É importante permitir nestes encontros que pais e irmãos reconheçam a frustração, a raiva e a ambivalência dos seus sentimentos como um processo normal de adaptação.



Ensinar técnicas na forma como lidar com a criança e possibilitar o acesso à informação sobre o espectro do autismo é tão fundamental como focar-se em aspectos emocionais.



Esta atenção e envolvimento que deve ser atribuída à família, insere-se no facto da mesma ser vista como a instituição educativa da criança, visto que é nela que se inicia o processo de socialização. Daí que qualquer mudança no comportamento de um dos seus membros influencie cada membro individualmente. A forma, contudo, como cada elemento vive e acaba por manifestar essas ocorrências, difere de pessoa para pessoa, acontecendo, não raras vezes, o recurso a estratégias que nem sempre são as mais adequadas.



A ansiedade parental acaba por ser uma realidade acentuada pelas dificuldades da coabitação diária, pelas exigências sociais e perante as diferentes etapas da vida da criança.



Identificada esta crescente necessidade de compreender o quotidiano de aceitação e adaptação por parte dos pais, e como forma de permitir o partilhar de experiências, nasceu em Setúbal a Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (APPDA), Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), fundada em 2005 por um grupo de pais e técnicos que consideraram indispensável a constituição de uma Associação que promova o desenvolvimento, a educação, a integração social e a participação na vida activa das pessoas com perturbações do espectro do autismo.



Ana Cardoso - 16-09-2009 13:11

terça-feira, 15 de setembro de 2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Obrigado Ana Martins

A Ana Martins, tem dado voz à nossa causa, e merece todo o nosso apoio.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Nem todos os professores tiveram formação necessária para saber classificar os alunos com necessidades especiais de acordo com os novos parâmetros.

Ano lectivo/Educação Especial
Nem todos os professores tiveram formação para saber avaliar alunos
por Lusa03 Setembro 2009

Nem todos os professores tiveram formação necessária para saber classificar os alunos com necessidades especiais de acordo com os novos parâmetros em vigor desde o ano passado, alertou a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap).

No passado ano lectivo entrou em vigor o decreto-lei que veio definir que os alunos com necessidades educativas especiais passassem a ser sinalizados de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), um sistema de classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) que descreve, avalia e mede a saúde e o nível de incapacidade de uma pessoa.

Na sexta-feira, o Ministério da Educação apresenta a primeira avaliação da aplicação da CIF em Portugal, mas em declarações à Lusa o secretário de estado da Educação Valter Lemos avançou já que a sua aplicação teve resultados positivos.

Para Maria José Salgueiro, da Confap, “há aspectos positivos e negativos na nova lei e na aplicação da CIF”.

“O aspecto negativo na aplicação da CIF prende-se com o facto de a informação não ter chegado a todos os professores das escolas. Essa foi a grande falha”, lamentou a representante das associações de pais.

“ Confap chegaram queixas de “professores que tiveram de pagar do próprio bolso para ter formação e outros que dizem não ter tido qualquer formação”.

A consequência para os alunos é simples: “Ao não serem bem classificados acabam por não ter os apoios devidos”.

No entanto, garantiu Maria José Salgueiro, “ninguém se opôs à nova lei ou à aplicação da CIF”.

As críticas feitas no passado ano lectivo por professores de que a CIF iria deixar milhares de alunos sem apoio são contestadas pela Confap, que garante que com este modelo “são dados os apoios devidos às crianças devidas”.

Crianças com dislexia passaram a ficar de fora, “sendo abrangidos apenas os casos mais graves”. No caso da hiperactividade, também houve mudanças, até porque “nem todos os casos têm de estar no ensino especial”, recorda a representante da Confap.

Maria José Salgueiro lembrou que o novo decreto lei criou ainda as escolas de referência, “que veio permitir aos pais poder escolher entre uma escola de ensino regular ou ensino com um atendimento mais especializado e centrado”.

No entanto, no caso das crianças surdas e cegas, “ainda há muito para fazer”: “Há poucas escolas de referência e as crianças têm de se deslocar bastantes quilómetros e muitas acabam por estar longe da família durante todo o dia ou mesmo toda a semana”.

No Norte, por exemplo, existem apenas duas escolas de referência para surdos - no Porto e em Braga. “As crianças de Ponte de Lima ou de Bragança têm de andar muitos quilómetros e se não optarem por uma escola de referência ficam sem o apoio de língua gestual”.

No caso das crianças com autismo, o grande problema é a “falta de profissionais especializados e necessários para as acompanhar”, mas Maria José Salgueiro considera que “o ano passado foi de mudança e por isso é normal que ainda não seja tudo perfeito”.

terça-feira, 1 de setembro de 2009


Kate Winslet, vencedora de um Óscar com «The Reader», fará a narração em inglês de um documentário islandês sobre autismo.

«The Sunshine Boy», realizado por Fridrik Thor Fridriksson, e que conta também com as participações dos músicos Bjork e Sigur Ros, conta a história de um mãe que tenta entrar no mundo do filho autista de 11 anos. A protagonista viaja meio-mundo da Islândia até ao Estado norte-americano do Texas para visitar a terapeuta Soma Mukhopadhyay. O documentário estreia internacionalmente no próximo mês, no Festival Internacional de Toronto, no Canadá.

«Estou muito feliz e honrada que Kate tenha aceite a narração. A sua contribuição é fundamental para despertar as pessoas para o autismo, que muitos reclamam ser a epidemia de maior crescimento actualmente no mundo», afirmou, citada pela BBC, Margret Dagmar Ericsdottir, mãe do jovem autista.



http://diario.iol.pt/cinema/kate-winslet-narracao-filme-autismo/1085000-4059.html