1- Porquê que a secretaria da saúde, Kathleen Sebelius, assinou um decreto dando total imunidade jurídica aos fabricantes de vacinas contra a gripe H1N1, em caso de perseguição jurídica (por parte das vitimas dessas vacinas, seja por efeitos secundários indesejáveis, seja por falecimentos) ? isto não parece mais uma licença para matar ?
Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=14487
2- Porquê, Madame Bachelot (ministra da saúde em França) pediu no inicio de Fevereiro de 2009, a um grupo de advogados constitucionais, um memorando sobre a seguinte questão: a instituição de um plano de vacinação para toda a população seria ilegal e inconstitucional? Ao que os especialistas reponderam, garantindo que uma situação excepcional e um estado de emergência sanitária justificava amplamente a remoção de todas as liberdades pessoais!
Fonte: http://www.ccne-ethique.fr/docs/Avis%20106_anglais.pdf
3- Porquê que a OMS modificou, no dia 27 de Abril de 2009, a sua definição de pandemia? Antes, para declarar uma pandemia, os requisitos eram muito mais exigentes! Agora, basta que a doença seja identificada em dois países de uma mesma zona OMS !
Fonte: http://www.who.int/csr/disease/influenza/pipguidance09FR.pdf (ver pag. 13 do pdf e as explicações nas paginas seguintes )
4- Como é possível que a patente da vacina contra a gripe suína (H1N1) tenha sido apresentada em 2008 ( muito antes da aparição do vírus desaparecido desde da famosa epidemia da gripe espanhola, em 1918) ?
Fonte: http://appft.uspto.gov/netacgi/nph-Parser?Sect1=PTO2&Sect2=HITOFF&p=1&u=%2Fnetahtml%2FPTO%2Fsearch-bool.html&r=3&f=G&l=50&co1=AND&d=PG01&s1=Kistner.IN.&OS=IN/Kistner&RS=IN/Kistner#top
5- Por que obra do destino o presidente francês Sarkozy teve a intuição de ir assinar um contracto de investimento de um montante de 100 milhões de euros, no dia 9 de Março de 2009, para a construção de uma fabrica de produção de vacinas contra a gripe? E imagine onde ! No México, precisamente onde nasceu a gripe suína !
Fonte: http://www.sanofi-aventis.com/presse/communiques/2009/ppc_24324.asp
6- Porquê que nenhuma midia e nenhum especialista nos diz que a gripe normal mata a cada ano entre 250.000 e 500.000 pessoas, ou seja mais de 1.000 mortes por dia (são os números oficiais da OMS) ?
Fonte: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs211/en/index.html (veja no texto por baixo de seasonal epidemics)
7- Porquê que toda a imprensa mundial diz repetidamente que o vírus da gripe A irá provocar uma batolada de mortes, quando os factos demonstram que não passa de uma gripezinha (muito menos grave que a gripe normal) que fez apenas 2.000 mortes em mais de 5 meses? A gripe normal faria, no mesmo espaço de tempo, 200.000 mortes !
Fonte: http://www.who.int/csr/don/2009_09_18/en/index.html (na tabela podemos ver 3.486 mortes até 13 de Setembro. Um numero ridículo comparado com a gripe sazonal (devo relembrar que o hemisfério sul está a sair do inverno! Deveríamos ter tido milhões de mortes na Argentina, no Chile, no Brasil e na Austrália, segundo as previsões da OMS! Onde é que eles estão?)
8- Porquê, apesar destes números de mortalidade insignificantes (2.000 em vez de 200.000), a maior parte dos países fizeram encomendas monstruosas para centenas de milhões de doses de vacinas desde o mês de Junho de 2009?
Fonte: Não é preciso, isso deu todos os dias nos telejornais. Apenas para relembrar, Portugal 6 milhões de doses, Brasil 9 milhões de doses, França 94 milhões de doses, Canadá 50,4 milhões de doses, E.U.A 195 milhões de doses, e etc.…
9- Portanto, para quê tomar medidas excepcionais este ano, visto que a gripe é menos virulenta que os outros anos? Quais são os factos que justificam tais decisões quando não existe nada de especial? Porquê as leis de emergência (lei marcial) já foram aprovadas na maioria dos países (sem revelar o conteúdo)?
Fonte: http://fimdostempos.net/gripe-militarizacao-lei-marcial.html
10- Porquê o exercito americano foi implantado em todo o território dos E.U.A ?
Fonte: http://www.progressive.org/wx081209b.html (Este artigo menciona que o Pentágono quer aumentar o número dos seus efectivos para cerca de 400.000 no terreno. Mas a maioria dos militares já estão implantados.)
11- Para quê mais de 800 campos de concentração foram instalados nos Estados Unidos, estes últimos anos (por enquanto, estão vazios) ? Porquê que eles são geridos pela a FEMA (Federal Emergency Management Agency), que actua nas grandes catástrofes do território (como no furacão katrina) ?
Fontes: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=12793
http://www.govtrack.us/congress/billtext.xpd?bill=h111-645
http://www.youtube.com/watch?v=1qQ4iFI5Np8&feature=player_embedded ( este ultimo vídeo já foi removido (censura), só podia ! Mas dizia o seguinte: Neste vídeo You Tube, uma mulher que pretende ser um soldado, explica como ela participou num exercício de repetição na Califórnia, praticando a colocação de barreiras e postos de controle, de modo que as autoridades possam verificar quem recebeu a vacina contra a gripe suína. Aqueles que tenham sido vacinados serão equipados com uma bracelete munida de um chip RFID, a fim de ser localizados e monitorados. Para aqueles que não tomaram a vacina, será lhes oferecida no local, caso continuem a recusar, eles serão transportados para um campo de internamento, de acordo com este testemunho.
Fonte: http://www.alterinfo.net/La-police-et-les-militaires-s-entrainent-a-arreter-les-refractaires-au-vaccin_a36855.html
12- Porquê que nos escondem que em 1918, foram as pessoas vacinadas que morreram de gripe espanhola, e não as não vacinadas ? Isso quer dizer que elas foram mortas pela a vacina e não pela a gripe ?
Fonte: http://www.whale.to/vaccine/sf1.html
13- Porquê que nos escondem que todas as epidemias do século 20 foram provocadas por campanhas de vacinação ?
Fonte: http://www.vaccinationdebate.com/web2.html (uma de muitas fontes )
14- Porquê que autorizam a adição de esqualeno na futura vacina contra a gripe H1N1, quando esse adjuvante foi explicitamente reconhecido como responsável pelo o síndrome da Guerra do Golfo que, adoeceu 180.000 GI´s (25% dos soldados) após a injecção da vacina contra o anthrax ? Saiba que o esqualeno foi proibido por um juiz federal em 2004 !
Fonte: http://www.rense.com/general87/mill.htm
15- Porquê 50% dos médicos ingleses recusam-se a tomar a vacina contra o H1N1, será que eles não confiam no procedimento de preparação ?
Fontes: http://www.healthcarerepublic.com/news/935745/Exclusive-GPs-may-reject-swine-flu-vaccine/
http://www.pulsetoday.co.uk/story.asp?sectioncode=35&storycode=4123491&c=2
16- Porque nos apresentam o Tamiflu como um antiviral eficaz, quando todas as campanhas de utilização deste produto foram catastroficamente ineficazes ? Mais, este medicamento provoca desordens psicológicas e neurais, provocando em alguns casos suicídios dos consumidores !
Fontes: http://www.bmj.com/cgi/content/abstract/339/aug10_1/b3172
http://www.independent.co.uk/life-style/health-and-families/health-news/tamiflu-researchers-warn-of-child-nightmares-1765431.html
17- Porquê que as autoridades sanitárias, que supostamente querem o nosso bem estar e protecção, autorizam que um novo tipo de vacina (segundo suas palavras) seja testado directamente em centenas de milhões de cobaias (ou seja, nós), sem que os protocolos normais de comercialização sejam respeitados, e sem nenhuma garantia de segurança da dita vacina ?
Fonte: http://www.santelog.com/modules/connaissances/actualite-sante-essais-cliniques-du-vaccin-anti-ah1n1-12.000-enfants-am%C3%A9ricains-concern%C3%A9s-_1683.htm
Perca um bocado de tempo a examinar as fontes. E, quando a campanha de vacinação estiver em obra, pergunte-se uma coisa: A pessoa que acabou de morrer será que tomou a vacina ? Será que tomou algum antiviral (tipo Tamiflu) ? Se a resposta for sempre sim, então você saberá, com certeza, qual foi a causa da morte
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Terapeuta da Fala - Preciso
Se alguem conhecer uma boa Terapeuta da Fala na área da grande lisboa, por favor deixem-me o contacto.
Depois de muitos atrasos.
Depois de muitas alterações comunicadas no próprio dia.
Depois de muitas marcações esquecidas.
Depois de muitas sessões de uma hora só durarem 40 minutos.
Depois de muita indisponibilidade para marcar quinzenalmente.
Depois de estar farta de pagar primeiro, não obter marcações e desmarcar tudo em cima da hora.
Disse-mos BASTA.
Por favor quem conhecer uma boa terapeuta na Amadora ou em Lisboa, por favor, nos diga.
Obrigado
Depois de muitos atrasos.
Depois de muitas alterações comunicadas no próprio dia.
Depois de muitas marcações esquecidas.
Depois de muitas sessões de uma hora só durarem 40 minutos.
Depois de muita indisponibilidade para marcar quinzenalmente.
Depois de estar farta de pagar primeiro, não obter marcações e desmarcar tudo em cima da hora.
Disse-mos BASTA.
Por favor quem conhecer uma boa terapeuta na Amadora ou em Lisboa, por favor, nos diga.
Obrigado
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Asperger e bullying: associação perigosa
Adriana Campos Licenciada em Psicologia, pela Universidade do Porto, na área de Consulta Psicológica de Jovens e Adultos, e mestre em Psicologia Escolar. Concluiu vários cursos de especialização na área da Psicologia, entre os quais um curso de pós-graduação em Psicopatologia do Desenvolvimento, na UCAE. Actualmente, é psicóloga na escola E B 2/3 de Leça da Palmeira, para além de dinamizar acções de formação em diversas áreas.
Asperger e bullying: associação perigosa
Adriana Campos| 2009-10-28
Para além de défices ao nível das competências sociais, estas crianças têm também dificuldades ao nível da comunicação, pois apesar de muitas vezes falarem de forma pomposa e fluente parecem ausentes do diálogo.
"Para elas, o mundo é estranho e desconcertante: as pessoas não dizem aquilo que pensam, dizem aquilo que não pensam, fazem comentários triviais e sem significado, aborrecem-se e perdem a paciência quando uma pessoa com síndrome de Asperger lhes refere centenas de factos fascinantes sobre horários, as inúmeras variedades de cenouras ou o movimento dos planetas. Também não entendem como é que as pessoas conseguem tolerar tantas luzes, sons, cheiros, texturas, paladares, sem se desnortearem, se preocupam tanto com a hierarquia social, têm relações emocionais tão complicadas, conseguem utilizar e interpretar tantas convenções sociais, são tão ilógicos."
Esta é a forma como Lorna Wing, a psiquiatra que usou pela primeira vez o termo síndrome de Asperger, caracteriza as pessoas com esta síndrome. Quem contacta diariamente com crianças com Asperger considera que esta psiquiatra faz, de uma forma sintética, uma boa caracterização deste tipo de problemática. Apesar de, cognitivamente, apresentarem capacidades médias ou acima da média, ao nível das competências sociais os portadores de Asperger apresentam défices que lhes limitam seriamente a capacidade de interagir socialmente de uma forma gratificante. Para além de terem dificuldade em estabelecer diálogo, têm tendência para fazer comentários inoportunos, "demasiado honestos", que muitas vezes magoam os outros. A dificuldade em perceber sinais não verbais e expressões faciais que exprimem sentimentos é outra característica que os define e que dificulta o estabelecimento de relações sociais satisfatórias.
Para além de défices ao nível das competências sociais, estas crianças têm também dificuldades ao nível da comunicação, pois apesar de muitas vezes falarem de forma pomposa e fluente parecem ausentes do diálogo. A dificuldade em extrair o significado de metáforas e entoações leva as pessoas com quem interagem a questionarem as suas capacidades cognitivas. O facto de habitualmente apresentarem interesses obsessivos também não facilita a comunicação, uma vez que os outros ficam rapidamente cansados de ouvir constantemente falar em carros, comboios, planetas e outros temas pelos quais habitualmente se interessam.
As dificuldades referidas levam a que estas crianças frequentemente se isolem ou sejam vítimas de abuso, nomeadamente bullying. Estes riscos exigem que sejam alvo de um acompanhamento muito próximo.
Ao abordar este tema, vêm-me imediatamente à memória os muitos casos de meninos com Asperger que vou acompanhando no SPO. O Jorge, por exemplo, que agora é aluno do 8.º ano de escolaridade, é acompanhado desde o 5.º ano. Ao longo destes anos tem havido uma articulação constante entre o director de turma, os professores do conselho de turma e os pais do aluno em questão, pois é alvo constante de agressão por parte dos colegas, alguns deles colegas novos que entram para a turma no início de cada ano lectivo. Sem intervenção e vigilância permanentes, o Jorge estaria certamente perdido neste mundo tão complexo, cheio de segundos sentidos e subtilezas.
O contacto com estas crianças, com quem habitualmente estabeleço uma excelente relação, leva-me a concordar plenamente com a opinião de Tony Attwood, psicólogo clínico especialista mundial em síndrome de Asperger, relativamente às capacidades e talentos dos portadores desta síndrome. A capacidade para estabelecerem relações de grande lealdade, o discurso isento de falsidades, a conversação objectiva e sem manipulação, a perspectiva original de resolução de problemas e a clareza de valores fazem deles pessoas muito especiais. Como diria este especialista, "Precisamos de pessoas com Asperger, uma vez que são mais criativos do que a população em geral. A cura para o cancro será provavelmente descoberta por alguém com Asperger!".
Bibliografia:
Atwood, T. (1998), A Síndrome de Asperger: Um Guia para Pais e Profissionais, Editorial Verbo, Lisboa.
Asperger e bullying: associação perigosa
Adriana Campos| 2009-10-28
Para além de défices ao nível das competências sociais, estas crianças têm também dificuldades ao nível da comunicação, pois apesar de muitas vezes falarem de forma pomposa e fluente parecem ausentes do diálogo.
"Para elas, o mundo é estranho e desconcertante: as pessoas não dizem aquilo que pensam, dizem aquilo que não pensam, fazem comentários triviais e sem significado, aborrecem-se e perdem a paciência quando uma pessoa com síndrome de Asperger lhes refere centenas de factos fascinantes sobre horários, as inúmeras variedades de cenouras ou o movimento dos planetas. Também não entendem como é que as pessoas conseguem tolerar tantas luzes, sons, cheiros, texturas, paladares, sem se desnortearem, se preocupam tanto com a hierarquia social, têm relações emocionais tão complicadas, conseguem utilizar e interpretar tantas convenções sociais, são tão ilógicos."
Esta é a forma como Lorna Wing, a psiquiatra que usou pela primeira vez o termo síndrome de Asperger, caracteriza as pessoas com esta síndrome. Quem contacta diariamente com crianças com Asperger considera que esta psiquiatra faz, de uma forma sintética, uma boa caracterização deste tipo de problemática. Apesar de, cognitivamente, apresentarem capacidades médias ou acima da média, ao nível das competências sociais os portadores de Asperger apresentam défices que lhes limitam seriamente a capacidade de interagir socialmente de uma forma gratificante. Para além de terem dificuldade em estabelecer diálogo, têm tendência para fazer comentários inoportunos, "demasiado honestos", que muitas vezes magoam os outros. A dificuldade em perceber sinais não verbais e expressões faciais que exprimem sentimentos é outra característica que os define e que dificulta o estabelecimento de relações sociais satisfatórias.
Para além de défices ao nível das competências sociais, estas crianças têm também dificuldades ao nível da comunicação, pois apesar de muitas vezes falarem de forma pomposa e fluente parecem ausentes do diálogo. A dificuldade em extrair o significado de metáforas e entoações leva as pessoas com quem interagem a questionarem as suas capacidades cognitivas. O facto de habitualmente apresentarem interesses obsessivos também não facilita a comunicação, uma vez que os outros ficam rapidamente cansados de ouvir constantemente falar em carros, comboios, planetas e outros temas pelos quais habitualmente se interessam.
As dificuldades referidas levam a que estas crianças frequentemente se isolem ou sejam vítimas de abuso, nomeadamente bullying. Estes riscos exigem que sejam alvo de um acompanhamento muito próximo.
Ao abordar este tema, vêm-me imediatamente à memória os muitos casos de meninos com Asperger que vou acompanhando no SPO. O Jorge, por exemplo, que agora é aluno do 8.º ano de escolaridade, é acompanhado desde o 5.º ano. Ao longo destes anos tem havido uma articulação constante entre o director de turma, os professores do conselho de turma e os pais do aluno em questão, pois é alvo constante de agressão por parte dos colegas, alguns deles colegas novos que entram para a turma no início de cada ano lectivo. Sem intervenção e vigilância permanentes, o Jorge estaria certamente perdido neste mundo tão complexo, cheio de segundos sentidos e subtilezas.
O contacto com estas crianças, com quem habitualmente estabeleço uma excelente relação, leva-me a concordar plenamente com a opinião de Tony Attwood, psicólogo clínico especialista mundial em síndrome de Asperger, relativamente às capacidades e talentos dos portadores desta síndrome. A capacidade para estabelecerem relações de grande lealdade, o discurso isento de falsidades, a conversação objectiva e sem manipulação, a perspectiva original de resolução de problemas e a clareza de valores fazem deles pessoas muito especiais. Como diria este especialista, "Precisamos de pessoas com Asperger, uma vez que são mais criativos do que a população em geral. A cura para o cancro será provavelmente descoberta por alguém com Asperger!".
Bibliografia:
Atwood, T. (1998), A Síndrome de Asperger: Um Guia para Pais e Profissionais, Editorial Verbo, Lisboa.
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Pesquisas descartam relação entre mercúrio e autismo
Muitos pais se preocupam com a possibilidade de uma conexão entre o autismo e a exposição de crianças ao mercúrio. Mas a maioria das pesquisas descarta esses temores como infundados, e um novo estudo aponta que as crianças autistas na verdade apresentam níveis mais baixos de mercúrio no organismo do que crianças que registram índices normais de desenvolvimento. Os níveis de mercúrio estão estreitamente relacionados ao consumo de carne de peixe, o estudo constatou, e as crianças que sofrem de autismo e de distúrbios assemelhados tendem a ser mais seletivas quanto aos alimentos e evitam comer peixe.
Depois que os pesquisadores ponderaram os seus cálculos levando em conta o consumo mais baixo de peixe pelas crianças autistas, descobriram que não existia diferença entre os níveis de mercúrio em seus organismos e a média constatada nas crianças não autistas. Irva Hertz-Picciotto, professor de ciências da saúde pública na Universidade da Califórnia em Davis e diretora científica do estudo, disse que as constatações não envolvem avaliar se o mercúrio exerce ou não papel determinante no autismo.
"Estávamos medindo os níveis de mercúrio existentes depois que diagnósticos de autismo já haviam sido apresentados, na maioria dos casos em questão há pelo menos alguns meses", disse Hertz-Picciotto. "Assim, esse estudo não oferece indícios que confirmem ou neguem o vínculo". O relatório, publicado em 19 de outubro na versão online da revista Environmental Health Perspectives, é parte de um estudo continuado que compara crianças autistas e crianças não autistas na Califórnia. O estudo, com 452 participantes, inclui 249 crianças que sofrem de autismo ou outros distúrbios no espectro do autismo, 143 que estão se desenvolvendo em ritmo normal e outras 60 que apresentam distúrbios de desenvolvimento não relacionados ao autismo.
Tradução: Paulo Migliacci ME
Depois que os pesquisadores ponderaram os seus cálculos levando em conta o consumo mais baixo de peixe pelas crianças autistas, descobriram que não existia diferença entre os níveis de mercúrio em seus organismos e a média constatada nas crianças não autistas. Irva Hertz-Picciotto, professor de ciências da saúde pública na Universidade da Califórnia em Davis e diretora científica do estudo, disse que as constatações não envolvem avaliar se o mercúrio exerce ou não papel determinante no autismo.
"Estávamos medindo os níveis de mercúrio existentes depois que diagnósticos de autismo já haviam sido apresentados, na maioria dos casos em questão há pelo menos alguns meses", disse Hertz-Picciotto. "Assim, esse estudo não oferece indícios que confirmem ou neguem o vínculo". O relatório, publicado em 19 de outubro na versão online da revista Environmental Health Perspectives, é parte de um estudo continuado que compara crianças autistas e crianças não autistas na Califórnia. O estudo, com 452 participantes, inclui 249 crianças que sofrem de autismo ou outros distúrbios no espectro do autismo, 143 que estão se desenvolvendo em ritmo normal e outras 60 que apresentam distúrbios de desenvolvimento não relacionados ao autismo.
Tradução: Paulo Migliacci ME
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Fiocruz desenvolve exame inédito, e mais confiável, para autismo

O Brasil está desenvolvendo um exame laboratorial inédito para o diagnóstico do autismo, uma alteração caracterizada por isolar seu portador do mundo ao redor. O método promete ser uma alternativa mais confiável aos testes de laboratório hoje usados para identificar a doença. "Ainda estamos em fase de estudos, mas os resultados são promissores", diz o pesquisador responsável, Vladmir Lazarev, do Instituto Fernandes Figueira, centro de pesquisas ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. "Testamos o método em 16 autistas jovens e obtivemos dados homogêneos, muito significativos estatisticamente. Agora, queremos fazer novos testes. A previsão é de que o exame esteja pronto em até cinco anos."
De acordo com Lazarev, cientista russo radicado no Brasil há 15 anos, a vantagem do novo método está no uso da foto-estimulação rítmica. O recurso torna o exame mais completo que outros. Em linguagem comum: durante o já usual encefalograma (radiografia), projeta-se sobre o paciente uma luz que pisca de forma ritmada, estimulando o cérebro a acompanhar. Como o autismo é uma doença do cérebro, a reação deste ao estímulo luminoso pode indicar se ele se enquadra ou não no campo da doença.
Os 16 autistas examinados durante a pesquisa, por exemplo, apresentaram deficiência no lado direito do cérebro. Nesta parte, que é responsável pelas habilidades sócioafetivas da pessoa - confira aqui quadro sobre o cérebro -, a mente dos pacientes seguia o ritmo da luz, mas de maneira mais tímida. "Com isso, podemos concluir que há uma deficiência funcional no hemisfério cerebral direito do autista", explica Lazarev.
Exames de imagem como a encefalografia (radiografia do cérebro feita após a retirada de um fluido do local) ou o próprio encefalograma, se empregados sozinhos, deixam o paciente em estado de repouso. Nessa situação, não se nota nenhuma alteração na atividade elétrica do cérebro. Os resultados, portanto, nem sempre são satisfatórios.
Diagnóstico complexo - Os métodos laboratoriais, chamados de métodos de tipo objetivo, complementam o diagnóstico do autismo feito clinicamente, quando o paciente, em geral uma criança, é avaliado por médicos de diferentes especializações: pediatra, neurologista e fonoaudiólogo, além de um psicólogo. Ou seja, isoladamente, o parecer deve sempre ser associado aos exames de laboratório. "A dificuldade em diagnosticar clinicamente o autismo se deve ao fato de a doença, um mal neuropsiquiátrico funcional, ter aspectos parecidos com os de outras enfermidades", explica Lazarev. Daí a importância de um diagnóstico objetivo cada vez mais confiável.
A grande maioria dos doentes - entre 60% e 70% - tem comprometimento da linguagem, em níveis variáveis. O restante - de 30% a 40% - tem linguagem e inteligência normais e, tecnicamente, são chamados de autistas de alto desempenho. Embora sejam iguais aos demais na dificuldade de compreender o contexto em que se encontram, emitem menos sinais da doença, que pode demorar a ser identificada e tratada. Isso é um fator de risco.
Entenda melhor a doença - Segundo Adailton Pontes, parceiro de Lazarev na pesquisa, o autismo é considerado hoje não apenas uma doença, mas uma série de distúrbios de desenvolvimento capazes de comprometer a interação social, a comunicação social e as habilidades imaginativas. "O autismo não é uma coisa única, há várias formas de autismos que variam no grau de comprometimento das funções - mais leve, moderado, mais grave e com níveis diferentes de inteligência", diz o pesquisador.
A base da doença é genética. O papel do ambiente - das influências externas recebidas pelo autista - ainda é desconhecido. "O que se sabe é que a pessoa nasce com predisposição para o autismo e, já a partir dos dois anos pode apresentar os primeiros sinais da doença, como a ausência de linguagem e a dificuldade de brincar", conta Pontes. "O ideal é diagnosticar a doença até os três anos. Está provado que, quando se faz a intervenção precoce, o prognóstico é melhor. Eles não vão se curar, mas vão se desenvolver mais, vão superar algumas dificuldades que os outros podem não superar porque não foram estimulados."
O autismo não tem cura, mas o portador da doença pode tomar remédios contra sintomas específicos, como a agressividade.
terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Autismo, esquizofrenia e retardo mental têm base genética comum
Autismo, esquizofrenia e retardo mental têm base genética comum
(AFP) – há 5 dias
ROUEN, França — Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Rouen (norte da França) afirmam ter descoberto uma base genética comum para o autismo, a esquizofrenia e o retardo mental, informou nesta quarta-feira a equipe de neurogenética do laboratório Inserm U 614.
A equipe comparou as desordens genéticas de 750 pacientes - divididos em três grupos - que sofrem respectivamente de autismo, esquizofrenia e retardo mental.
"Encontramos os mesmos tipos de alteração nos mesmos genes envolvidos nessas enfermidades nos três grupos", assegurou Audrey Guilmatre, que faz parte da equipe de neurogenética dirigida pelo doutor Dominique Campion.
A equipe estabeleceu, por outro lado, que os genes alterados são os que desempenham um papel nas conexões dos neurônios.
"Esse tipo de alteração só foi descrito recentemente e, por isso, está se trabalhando seriamente no que significa", explicou Guilmatre.
Segundo a pesquisadora, esta descoberta possibilita uma nova aproximação dessas doenças que, até agora, eram consideradas completamente diferentes.
"Isso torna possível ter como objetivo de estudo o mecanismo de transmissão entre os neurônios, melhorar o diagnóstico e, a longo prazo, achar moléculas que possam tratar essas enfermidades", acrescentou.
O trabalho da equipe, que estudou 28 genes e continuará seus trabalhos com outros, foi possível pela existência de um banco genético da Fundação Autismo.
Este organismo, que reúne famílias de crianças autistas, classificou a descoberta de muito importante.
"Nunca antes se havia descoberto uma grande porcentagem de pessoas autistas com a mesma anomalia genética nem uma evidência de anomalia genética comum entre autismo, esquizofrenia e retardo mental", declarou a fundação em um comunicado.
Depois desta descoberta, a fundação disse confiar "na ideia de que tratamentos moleculares, celulares e eventuais meios de prevenção estão realmente mais próximos".
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jH-b2hRXGUUDJehx5wuL-1WvW7_A
(AFP) – há 5 dias
ROUEN, França — Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Rouen (norte da França) afirmam ter descoberto uma base genética comum para o autismo, a esquizofrenia e o retardo mental, informou nesta quarta-feira a equipe de neurogenética do laboratório Inserm U 614.
A equipe comparou as desordens genéticas de 750 pacientes - divididos em três grupos - que sofrem respectivamente de autismo, esquizofrenia e retardo mental.
"Encontramos os mesmos tipos de alteração nos mesmos genes envolvidos nessas enfermidades nos três grupos", assegurou Audrey Guilmatre, que faz parte da equipe de neurogenética dirigida pelo doutor Dominique Campion.
A equipe estabeleceu, por outro lado, que os genes alterados são os que desempenham um papel nas conexões dos neurônios.
"Esse tipo de alteração só foi descrito recentemente e, por isso, está se trabalhando seriamente no que significa", explicou Guilmatre.
Segundo a pesquisadora, esta descoberta possibilita uma nova aproximação dessas doenças que, até agora, eram consideradas completamente diferentes.
"Isso torna possível ter como objetivo de estudo o mecanismo de transmissão entre os neurônios, melhorar o diagnóstico e, a longo prazo, achar moléculas que possam tratar essas enfermidades", acrescentou.
O trabalho da equipe, que estudou 28 genes e continuará seus trabalhos com outros, foi possível pela existência de um banco genético da Fundação Autismo.
Este organismo, que reúne famílias de crianças autistas, classificou a descoberta de muito importante.
"Nunca antes se havia descoberto uma grande porcentagem de pessoas autistas com a mesma anomalia genética nem uma evidência de anomalia genética comum entre autismo, esquizofrenia e retardo mental", declarou a fundação em um comunicado.
Depois desta descoberta, a fundação disse confiar "na ideia de que tratamentos moleculares, celulares e eventuais meios de prevenção estão realmente mais próximos".
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jH-b2hRXGUUDJehx5wuL-1WvW7_A
domingo, 11 de Outubro de 2009
Pesquisas identificam possível alvo para tratamento do autismo
Pesquisas identificam possível alvo para tratamento do autismo
Estudos genéticos relacionam proteína e conexão entre os neurônios.
Análises em autistas comprovaram menor presença da proteína.
Luis Fernando Correia
Através de uma rede cooperativa, que envolve mais de 75 centros de pesquisa, estudos genéticos conseguiram correlacionar os níveis de uma proteína e a conexão entre os neurônios.
A proteína Semaforina 5A já havia sido implicada no crescimento dos neurônios e a formação das conexões entre as células cerebrais. Comparando indivíduos portadores de autismo e controles sem a doença os níveis dessa proteína eram mais baixos nos autistas.
saiba mais
Autistas ganham centro de tratamento na rede pública do Rio
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As análises do tecido cerebral de portadores de autismo, feitas em um estudo paralelo comprovaram a menor presença dessa proteína nos portadores da doença.
Esses estudos, segundo o pesquisador Andy Shih, podem reforçar o conceito de que um déficit de integração entre os neurônios esteja envolvido na neuropatologia dessa complicada doença.
A partir da comprovação desses achados e da função da proteína semaforina e suas variantes, os pesquisadores acreditam que um possível alvo para futuros tratamentos medicamentosos pode ter sido identificado.
Através de um programa chamado de Autism Genetic Resource Exchange, material genético de pessoas de famílias com pelo menos dois indivíduos com diagnóstico de autismo se torna disponível aos pesquisadores.
As pesquisas de comparação genética são chamadas de Genome Wide Association Studies e buscam comparar o genoma humano e suas variações com a presença de doenças.
Esses estudos para serem realizados, precisam envolver grandes grupos populacionais com as mesmas características e também grupos controle para que os paralelos possam ser traçados.
Para que esses materiais possam estar disponíveis, a participação das famílias de pacientes é fundamental.
Leia mais Saúde em Foco
Leia mais notícias de Ciência e Saúde
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1334704-5603,00-PESQUISAS+IDENTIFICAM+POSSIVEL+ALVO+PARA+TRATAMENTO+DO+AUTISMO.html
Estudos genéticos relacionam proteína e conexão entre os neurônios.
Análises em autistas comprovaram menor presença da proteína.
Luis Fernando Correia
Através de uma rede cooperativa, que envolve mais de 75 centros de pesquisa, estudos genéticos conseguiram correlacionar os níveis de uma proteína e a conexão entre os neurônios.
A proteína Semaforina 5A já havia sido implicada no crescimento dos neurônios e a formação das conexões entre as células cerebrais. Comparando indivíduos portadores de autismo e controles sem a doença os níveis dessa proteína eram mais baixos nos autistas.
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As análises do tecido cerebral de portadores de autismo, feitas em um estudo paralelo comprovaram a menor presença dessa proteína nos portadores da doença.
Esses estudos, segundo o pesquisador Andy Shih, podem reforçar o conceito de que um déficit de integração entre os neurônios esteja envolvido na neuropatologia dessa complicada doença.
A partir da comprovação desses achados e da função da proteína semaforina e suas variantes, os pesquisadores acreditam que um possível alvo para futuros tratamentos medicamentosos pode ter sido identificado.
Através de um programa chamado de Autism Genetic Resource Exchange, material genético de pessoas de famílias com pelo menos dois indivíduos com diagnóstico de autismo se torna disponível aos pesquisadores.
As pesquisas de comparação genética são chamadas de Genome Wide Association Studies e buscam comparar o genoma humano e suas variações com a presença de doenças.
Esses estudos para serem realizados, precisam envolver grandes grupos populacionais com as mesmas características e também grupos controle para que os paralelos possam ser traçados.
Para que esses materiais possam estar disponíveis, a participação das famílias de pacientes é fundamental.
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